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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

"Beam me up, Scotty".

"Beam me up, Scotty". Esta frase era dita pelo capitão Kirk, da nave interestrelar Enterprise, ao engenheiro Scotty responsável pelo teletransporte dos membros da nave no seriado Star Trek.

Hoje, soube que esta frase também é utilizada para denominar, o que alguns técnicos da área cicloviária chamam, a Síndrome do "Beam me up, Scotty" (em português, algo com,” teletransporte-me Scotty”). È simples, a sindorme esta relacionada com projetos cicloviários onde as ciclovias ou ciclofaixas simplesmente terminam, sem qualquer direção para o ciclista seguir, deixando-o a mercê da própria sorte. Por isto, surge a síndrome, uma idéia de que ali deveria surgir o teletransporte, para levá-lo a um ponto de conexão ou ao ponto final.

A informação surgiu na última edição (no. 27) da revista AU-Arquitetura e Urbanismo da PINI. Na reportagem “Ciclovias em Debate”, diversos especialistas do Brasil, Australia, Canadá, Colombia e EUA foram consultados para falar sobre projetos e estudos de mobilidade urbana e, especificamente, sobre projetos cicloviários.
Dick Van den Dool – (diretor da GTA Cosnultants - Sidney na Austrália) relata problemas com projetos que desconsideram elementos importantes para o desenho cicloviário, que não podem deixar os ciclistas sem segurança, continuidade e mesmo regras na utilização das ciclovias ou ciclofaixas.
A reportagem mostra as melhores alternativas para os desenhos e planos voltados a implantação de sistemas cicloviários, não apenas como forma de lazer, mas como uma matriz de deslocamento na mobilidade urbana. Destaca-se as estratégias necessárias para que o modo cicloviário venha a ser uma componente do sistema de mobilidade, tratado com o mesmo cuidado, zelo e detalhes técnicos dedicados às demais modais, estabelecendo zonas de amortecimento de massa no compartilhamento entre meio motorizados, ciclistas e pedestres. São regras básicas,quase óbvias es necessárias e, quase sempre ignoradas.
Portanto, é necessário melhorar a técnica no desenvolvimento de planos e projetos para nossas cidades onde as prioridades nos investimentos públicos direcionados a mobilidade urbana se iniciem pela elaboração de planos de mobilidade e estratégias de validação e execução, direcionando os escassos recursos públicos para serem usados com parcimônia e eficácia. Outro ponto fundamental é o envolvimento da sociedade nas propostas, para que haja envolvimento e a geração de um processo cultural em favor dos meios de deslocamento mais sustentáveis, até que o teletransporte venha a ser uma realidade.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

CURIOSIDADES DE JOINVILLE

No ano de 1950, o Município de Joinville contava com 46.550 habitantes e 10.687 veículos assim distribuídos:

1950
420   automóveis (1 carro x 111 hab.)
       10   auto-ônibus (1 onibus x 4.655 hab.)
         109   camionetas (1 camioneta x 427 hab.) 
                               2   ambulâncias (1 ambul. x 23.275 hab.)                   
        165   motocicletas (1 motoc. x 282 hab.)  
                                    178   caminhões ( 1 caminhão x 262 hab.)                             
     9.794    bicicletas ( 1 bicicleta x 4,75 hab.)


Assim é possível entender poruqe fomos chamados como a Cidade das Bicicletas. Em 2009 Joinville contava com aproximadamente 500.000 habitantes (+974%) e 332.086 veículos (+3007%)assim distribuídos:

2009

     170.978        automóveis(*) - (1 carro x 2,92 hab.)
     1.373     auto-ônibus(*) - (1 ônibus x 364 hab.)
     19.968   camionetas(*) - (1 camioneta x 25 hab.)
                     32     ambulâncias(*) - (1 âmbulancia x 15.625 hab.)
              52.659     motocicletas(*) - (1 motocicleta x 9,5 hab.)
      18.174    caminhões(*) - (1 caminhão x 267 hab.)
        68.900     bicicletas (**) - (1 bicicleta x 7,25 hab.)

(*) Detran-SC
(**) Estimativa TCC UDESC