terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ALZHEIMER


Principal causa de demência entre pessoas com mais de 60 anos, a doença de Alzheimer tem efeitos devastadores – e inconfundíveis. À medida que ela avança, os neurônios morrem, conduzindo o paciente a um estado de alienação crescente. Sua vítima é acometida por alterações de comportamento, sofre de desorientação espacial e apresenta dificuldade para realizar tarefas simples do dia a dia, como alimentar-se ou vestir-se sozinha. Ensimesmada, não reconhece mais os amigos nem a família. Com o tempo, perde até mesmo a identidade. Tais sintomas, que caracterizam os estágios mais avançados, são conhecidos pela medicina há mais de um século, desde a descoberta da doença, em 1906. Agora, os especialistas esforçam-se para diagnosticar o Alzheimer em sua fase inicial, a fim de garantir a suas vítimas uma vida mais longa e com mais qualidade. Eles têm sido bem-sucedidos. Três em cada dez doentes têm o distúrbio identificado precocemente. Uma década atrás, essa proporção era de um para dez.

(...) Na doença de Alzheimer, a destruição dos neurônios começa no hipocampo, área cerebral onde ocorrem o armazenamento das memórias recentes e o processo de aprendizagem. Os mecanismos envolvidos no distúrbio ainda não foram totalmente desvendados pela medicina. Sabe-se que duas proteínas contribuem para o seu aparecimento – a tau e a beta-amiloide, responsáveis, respectivamente, pela estrutura celular e pelo transporte de gordura para o núcleo das células. Produzidas em grandes quantidades, nos doentes de Alzheimer elas se depositam ao redor e no interior dos neurônios, sufocando-os. Quanto maior o número dessas células atingidas, mais severa é a deterioração das funções cerebrais. A idade é um dos poucos fatores de risco estabelecidos para o Alzheimer. Estudos de observação mostram que um estilo de vida saudável, repleto de atividades intelectuais, pode adiar o surgimento da doença, mas não impedir a sua manifestação.

Há 25 milhões de doentes de Alzheimer no mundo, 1,2 milhão deles no Brasil. Com o aumento da expectativa de vida, nos próximos trinta anos esse número deve triplicar. Depois do câncer, o Alzheimer é a doença com o maior número de medicamentos em estudo – 91, em centros de pesquisa espalhados por diversos países. Os investimentos não se resumem apenas à descoberta de remédios mais eficazes. Os pesquisadores se dedicam à criação de instrumentos mais precisos para o diagnóstico precoce do Alzheimer. Nessa área, um teste de memória tem se revelado bastante promissor. É o TYM (sigla em inglês para Teste Sua Memória), desenvolvido por neurologistas do Hospital de Addenbrooke, na Inglaterra. Aplicado até agora em 700 pacientes, ele mostrou ter o dobro de acurácia em relação ao questionário mais utilizado hoje em dia. O TYM ainda precisa ser testado em um grupo maior de pessoas, de culturas variadas, antes de ser incorporado à conduta médica.

por Adriana Dias Lopes, de Veja

SOBERANIA EM RISCO



Na surdina, sem que a Nação se aperceba da sua gravidade, esboça-se um dos maiores atentados à soberania brasileira, com o apoio ostensivo do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com a omissão criminosa de todo o seu governo: a balcanização da Amazônia.

A mídia, de uma maneira geral vem demonstrando pouco interesse em temas dessa natureza e no momento encontra-se focada apenas nos lamentáveis episódios que vêem ocorrendo na terra indígena Raposa Serra do Sol e quase nenhum destaque confere à DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 13 de setembro de 2007.

Essa Declaração é quase o ato final de um longo e persistente processo, que nos últimos 20 anos ganhou consistência e rapidez, levado a efeito por influentes e bem estruturadas organizações não governamentais e que tem como marcos principais ao longo desse período a aprovação pela ONU da CONVENÇÃO 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e dessa mesma Declaração pelo seu Comitê de Direitos Humanos, em 2006.

O Congresso Nacional referendou a Convenção 169/0IT sem que fossem recusados os artigos que trazem os germes da secessão territorial, pondo fim à política integracionista que desde os tempos do Marechal Rondon vinha sendo adotada pelo governo brasileiro.

(...) A FUNAI, com essa política urdida em foros alheios à cultura brasileira, parece querer construir uma miríade de zoológicos humanos para deleite da comunidade internacional e não para o bem-estar dos silvícolas brasileiros.

A DECLARAÇÀO UNIVERSAL DOS DIREITOS DOS POVOS INDÍGENAS, de 13 de setembro de 2007, abre uma nova perspectiva jurídico-política para as comunidades indígenas e se constitui numa grande ameaça à soberania e integridade territorial do Brasil.

(...) Atentos à sua problemática nacional os EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia votaram contra a referida Declaração. A Argentina se absteve.

(...) Argumenta o Itamaraty, o outrora vigilante defensor da nossa integridade e hoje o esmaecido e fragilizado ator na condução da política externa brasileira, que a dita Declaração não tem força de lei, parecendo desconhecer a realidade nacional e as ameaças internacionais que se avolumam sobre a Amazônia,.

(...) É quase incompreensível entender o silêncio, o mutismo, a voz de alerta de expressivas e outrora vigilantes instituições da vida pública brasileira, que se mostram impotentes ou desinteressadas, lavando as mãos para o que vem ocorrendo.

(...) Esboça-se no horizonte uma das mais graves ameaças contra o País, que afeta diretamente a sua integridade territorial e a sua soberania e obriga as Forças Armadas, sob pena de inadmissível omissão, a saírem do seu mutismo e a se pronunciarem, fiéis à sua missão constitucional e que também é a sua própria razão de ser: a defesa da PÁTRIA.

Gen Ex Luiz Gonzaga Schroeder Lessa
(*) O autor é General-de-Exército e Ex-Presidente do Clube Militar

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

OBRAS CONTRA AS ENCHENTES - MENOS AQUI

Algumas cidades do Estado de Santa Catarina estão realizando obras estruturantes de macrodrenagem para correção e prevenção da inundações, todas com recursos federais a fundo perdido. Balneário Piçarras, que é governada pelo PP, recebeu R$ 16 milhões atarvés do Ministério das Cidades, Navegantes, que é governada pelo PSDB, esta recebendo R$ 21 milhões do Ministério da Integração. A parte boa desta história é que as obras estão em plena execução e já contribuem para minimizar os impactos negativos das enchentes. Joinville, que tem o governo do PT, pouco está fazendo para resolver os graves problemas das enchentes ou, não são visíveis as obras.

OBRAS DE MACRODRENAGEM EM BALNEÁRIO PIÇARRAS - SC

Dragagem Rio Piçarras


Estruturas de contenção de margens

Bota-fora controlado da dragagem

 
Substituição de Pontes sobre o Rio Piçarras

OBRAS DE MACRODRENAGEM EM NAVEGANTES - SC

Placa das obras do PAC em Navegantes

Obras de canalização Ivo Silveira
Canalização Rio das Pedras
Galeria Rio das Pedras
Obras no Canal Ivo Silveira

Obras: PAC 1 - Macrodrenagem - Ministério das Cidades e Ministério da Integração Nacional
Projetos e Gerenciamento: Alleanza Projetos e Consultoria Ltda.
Prefeitura Municipal de Balneário Piçarras: Execução das Obras - Balt Terraplanagem e Viapav Construtora Ltda.
Prefeitura Municipal de Naveganetes: Execução das Obras - Catedral Construções Civis Ltda.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

LUGAR INCOMUM - RUMOS DA CIDADE

As fotos são da cidade de Lapa no Paraná. Apesar da primeira foto mostrar uma confusa sinalização, a cidade preserva, de forma exemplar, sua arquitetura e tradição gastronômica (foi um importante ponto de passagem dos tropeiros). Fica a pouco mais de 1 hora do centro de Curitiba seguindo pela rodovia 476. Vale a pena visitar.








REVELADORA E INTRIGANTE


A entrevista do vereador Lauro Kalfels, presidente da Comissão de Urbanismo da Câmara de Vereadores de Joinville na coluna do articulista Claudio Loetz (Livre Mercado 13/02/2001), expõe alguns nomes importantes da cidade que, segundo o vereador, exercem pressão sobre os edis para ampliação dos limites territoriais urbanos na defesa de “empreendimentos na área rural”.

Assim, é possível supor que o interesse privado vem sendo negociado acima do interesse público e, que algumas suspeitas lançadas ao ar começam a ter fundamento. Lendo também as atas do Conselho da Cidade, é possível perceber que os mesmo atores exercem pressão sobre a agenda e as decisões nos temas relacionados à política urbana, contando com a conivência dos agentes públicos.

Talvez, fazendo uma consulta nos registros de imóveis, poderíamos ter uma visão mais clara do real significado desta corajosa e reveladora declaração do vereador Kalfels.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

UM DESAFIO DIFERENTE PARA 2011

Conversando com o novo presidente da CDL de Joinville, Carlos Grendene, ele manifestou o desejo de fazer um Natal diferente na cidade, criando novos atrativos e protagonizando uma decoração mais forte, envolvente e motivadora. Primeiramente é interessante destacar que a renovação protagonizada pela CDL é importantíssima para a cidade e, parece-me que a entidade segue um caminho muito promissor, diferentemente da ACIJ que deverá retroceder mais uma vez no processo de renovação.

Enfim, logo que ouvi esta intenção do Carlos coloquei-me à disposição para, voluntariamente, contribuir com idéias. O ponto de partida da minha idéia seria a criação de um ou mais Mercados de Natal, como os que existem na Europa e movimentam anualmente 22 milhões de turistas em diversas cidades, gerando quase três bilhões de euros em negócios, num breve período de quatro semanas.


É simples, na época de Natal as pessoas no mundo ocidental estão sob um forte apelo das festas natalinas e motivadas a um alto poder de consumo. Os famosos mercados natalinos espalhados pelo mundo são uma ótima forma de aliar, compras, passeios, turismo, encontros, manifestações culturais e negócios. Ruas e espaços públicos passam a ser ricamente ou criativamente decorados gerando forte atratividade em direção aos mercados de Natal, normalmente localizados em praças centrais que, ao anoitecer, levam milhares de pessoas a um frisson, aliando o romantismo, um espírito mais solidário e a vontade de consumo motivadora deste período.

Os mercados de Natal são fortes aliados do comércio tradicional central, pois atuam como centro de atração, geradores de movimento e concentração de pessoas, levando-as a caminhar pelas ruas e, consequentemente, a ter um contato maior com o comércio de varejo de rua fazendo uma concorrência mais acirrada com os Shoppings Centers.


Além de tudo, os mercados de natal espalhados pelo mundo são um motivo para os turistas consumistas de plantão adicionando receitas extras às redes hoteleiras e à gastronomia. É uma ótima forma de bater perna em busca de boas compras, visitar lugares tradicionais e pontos turísticos. Na Europa, onde a tradição desse tipo de local é mais forte, existem mercados natalinos há quase cinco séculos.

O segredo reside em criar um movimento que agregue o comércio aos artistas e artesãos das mais diferentes finalidades (arte e gastronomia) e manifestações religiosas ou culturais. Os mercados devem protagonizar um ambiente acolhedor, onde a decoração, o arranjo do espaço e o cheiro de guloseimas (doces, stolen, panetones, chocolates, etc.) aliadas aos enfeites e artesanatos de Natal feitos com qualidade possam ser vendidos levando a cidade diretamente para o espírito festivo do Natal. Talvez o passo seguinte fosse fazer um projeto para as feiras livres, mas aí já é outra história.

Eis aí, na minha modesta opinião, um belo desafio para Joinville.


MANUTENÇÃO E EFICIÊNCIA HIDRÁULICA

Para um bom desempenho do sistema de drenagem superficial urbana, além de um projeto criterioso e uma execução cuidadosa, é indispensável uma constante manutenção preventiva, corretiva e, imprescindivelmente, campanhas de esclarecimento para que a população compreenda a importância do sistema de drenagem, evitando o mau funcionamento.


Nos últimos 15 anos não recordo ter visto alguma vez funcionários públicos ou empresas contratadas da Prefeitura Municipal de Joinville realizando limpezas rotineiras e criteriosas das bocas de lobo, das tubulações, das galerias e dos canais. Por conseqüência, nosso sistema de drenagem perdeu eficiência hidráulica e cada vez mais encontra-se comprometido.


No primeiro governo de Wittich Freitag, a Secretaria de Obras dispunha de equipes permanentes de manutenção e limpeza das bocas de lobo, tubos, galerias e canais, serviços que eram executadas de forma criteriosa e rotineira.


Hoje, vivemos um período caótico nos serviços públicos, conseqüência de muitos fatores e, por conta disto, tudo que era feito por zelosos funcionários hoje só é executado por gulosas empreiteiras, mas isto apenas quando existe algum planejamento e dinheiro, ou seja, quase nada é feito. Para piorar ainda mais a situação da nossa chuvosa Joinville, seguimos a pavimentar as ruas com asfalto sobre os resistentes paralelepípedos, unicamente para dar conforto aos motoristas dos novos carros sem IPI. Com esta fantástica medida impermeabilizamos a cidade sem que o sistema de drenagem venha a ser reavaliado para oferecer maior eficiência hidráulica.


Certo, infelizmente, é que as enchentes ou inundações serão cada vez mais severas e freqüentes, acumulando prejuízos ao meio ambiente, à infra-estrutura e ao patrimônio público e privado. Portanto, previnam-se, adotem posturas para minimizar os problemas, rezem e acostumem-se.

Onde Descartar o Lixo em Joinville

  • Tijolos, telhas e restos de construção civil - Devem ser entregues no aterro da Terraplanagem Medeiros (na rua Dona Francisca, 9.125, Distrito Industrial). Fone: 3425-5555.
  • Pneus - Devem ser entregues na JK Pneus (rua Rio do Braço, 130, Jardim Sofia). Fone: 3145-4545.
  • Óleo de cozinha - Devem ser entregues na Fundema, no Supermercado Giassi (rua João Colin, 762, América), no Shopping Müller ou nas regionais do Costa e Silva, Iririú e Vila Nova.
  • Eletroeletrônicos e celulares - Devem ser entregues na Asponi Informática (rua Plácio Gomes, 63, sala 2, Bucarein). Fone: 3433-1771.
  • Equipamentos de informática - Devem ser entregues no Instituto Dual de Educação (rua Brigada Lopes, 153, Glória). Fone: 3029-0090.
  • Móveis e animais mortos - A coleta deve ser agendada com a Ambiental, em horário comercial. Fone: 3436-8090.
  • Lixo Industrial - Tintas, solventes, materiais de chipes de informática, CDs e produtos que contenham substâncias perigosas. Deve ser enviado ao aterro industrial (rua dos Bororós, 875, Distrito Industrial). Fone: 3424-6752.
  • Lixo hospitalar - Também é recolhido pela Ambiental. Fone: 3436-8090.

Fonte: AN/clicRBS.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O Comprador de Macacos

Uma vez, num vilarejo, apareceu um homem anunciando aos aldeões que compraria macacos por $10 cada.

Os aldeões, sabendo que haviam muitos macacos na região, foram à floresta e iniciaram a caça aos macacos.

O homem comprou centenas de macacos a $10 e então os aldeões diminuíram seu esforço na caça.

Aí, o homem anunciou que agora pagaria $20 por cada macaco e os aldeões renovaram seus esforços e foram novamente à caça.

Logo, os macacos foram escasseando cada vez mais e os aldeões foram desistindo da busca.

A oferta aumentou para $25 e a quantidade de macacos ficou tão pequena que já não havia mais interesse na caça.

O homem então anunciou que agora compraria cada macaco por $50! Entretanto, teria que ir à cidade grande para resolver negócios urgentes e deixaria seu assistente cuidando do assunto. Assim que retornasse, na próxima semana, pagaria os $50 por cada macaco que eles conseguissem.

Na ausência do homem, seu assistente disse aos aldeões: "Olhem todos estes macacos na jaula, que o homem comprou. Eu posso vender por $30 a vocês e quando o homem retornar da cidade, vocês podem vender-lhe por $50 cada."

Os aldeões, "espertos", pegaram todas as suas economias e compraram todos os macacos do assistente.

Eles nunca mais viram o homem ou seu assistente; somente macacos por todos os lados do vilarejo.

Agora você entendeu como funciona o mercado de ações, na Bolsa de Valores!!!